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Projeto prevê ciclovia de 84 km para interligar cidades no litoral paranaense

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Projeto prevê investimentos de R$ 30 milhões.

Projeto prevê investimentos de R$ 30 milhões.

Um projeto urbanístico e arquitetônico de uma nova ciclovia pretende interligar os municípios de Morretes e Antonina, no Litoral do Paraná. O projeto prevê 84 quilômetros de ciclovia, sendo 58,8 quilômetros passando pela cidade de Morretes e outros 24,2 quilômetros por Antonina. O projeto ciclovia foi contratado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) por meio do terminal Ponta do Félix ao custo de R$ 200 mil no projeto. A previsão é de que a construção da ciclovia custe em torno de R$ 30 milhões. As informações são da Agência de Notícias do Paraná.

A Ciclovia Morretes e Antonina foi apresentada à comunidade na quarta-feira (15), no 25.º Festival de Inverno de Antonina, durante a oficina “Diagnóstico e desenvolvimento de proposta para melhoria do uso da bicicleta pela comunidade escolar em Antonina”. Participam da oficina, estudantes e técnicos da área da mobilidade, bem como representantes da União dos Ciclistas do Brasil e Federação Paranaense de Ciclismo.

O governo do Paraná considera que a ciclovia vai beneficiar nosso Litoral, tanto no fomento do turismo como no bem-estar e na segurança dos moradores que usam a bicicleta como meio de transporte. Ainda não há prazo para implantação da ciclovia nem garantia de recursos. “Iremos, agora, trabalhar em várias frentes para encontrar a melhor alternativa para efetivar este importante projeto”, disse o governados Beto Richa (PSDB).

Segundo o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, o objetivo da obra é oferecer segurança à população e também alavancar a economia e o turismo na região. “O uso da bicicleta está cada dia mais difundido. Para se ter ideia, em Paranaguá, por exemplo, 78% dos trabalhadores que acessam o Porto, utilizam este meio de transporte”, explicou. “Isso não é diferente em Antonina e Morretes, que têm ainda o diferencial de serem pontos turísticos do Litoral. Este empreendimento vai promover e fomentar o turismo nestas cidades”, ressaltou.

O projeto inclui diferentes modalidades de ciclovia, entre elas, ciclovia dupla em uma pista de sentido duplo, ciclovia em duas pistas de sentido único, ciclovia simples em uma pista e apenas 2,4 quilômetros de ciclofaixas. O trajeto beneficiado pela obra parte de dois pontos; a Estrada da Marta em Morretes e a BR-277, passando por Antonina (Av. Tiago Peixoto e Av. Conde Matarazzo) e Morretes. Na cidade de Morretes, a ciclovia passará por mais de 30 pontos turísticos da cidade como, por exemplo, o Porto de Cima, a Ponte Velha, Bóia Cross, Estrada do Itupava, Ponte do Rio Nunes e outros.

Estrutura cicloviária vai conectar Morretes e Antonina.

Estrutura cicloviária vai conectar Morretes e Antonina.

O projeto inclui módulos e pontos de refúgio, contendo paraciclos, bebedouro e tomadas elétricas.  Todo o projeto urbanístico e arquitetônico foi desenvolvido evitando áreas de manobras de caminhões e entrada e saída de ônibus e veículos de grande porte para aumentar a segurança dos ciclistas.

O diretor-comercial do Terminal Ponta do Félix, Cícero Simião, explica que a iniciativa de financiar o projeto faz parte de um conjunto de programas e ações que buscam a melhoria da qualidade de vida dos moradores das cidades no entorno do Porto de Antonina. “Este é apenas um dos vários projetos que o terminal vem desenvolvendo nos últimos anos para melhorar o acesso às cidades ao entorno do Porto de Antonina e que também buscam trazer mais qualidade de vida à população local”, disse.

O prefeito de Morretes, Helder Teófilo dos Santos, ressalta que a visão da atual gestão de Morretes e Antonina é promover o desenvolvimento harmônico dos potenciais naturais, históricos, arquitetônicos e culturais da cidade.

“Com este projeto queremos oferecer segurança aos ciclistas e esportistas que já praticam o cicloturismo em nossa cidade, bem como atrair novos visitantes e oferecer segurança aos moradores que utilizam a bicicleta como meio de transporte”, ressaltou Helder.

 

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